
O norte-americano Bill Presada, 50, professor de inglês que vive no Brasil há 24 anos, resolveu driblar o trânsito de São Paulo pedalando. Ele optou pela bicicleta como meio de transporte para ir ao trabalho, numa multinacional. "O trânsito era muito caótico para andar de carro e o ônibus demorava muito. Além de ser um bom treino, andar de bicicleta ajuda na minha qualidade de vida", conta Presada.
Com o paletó e a gravata na mochila, o professor pedalava 32 km --de Itapecerica da Serra até a avenida Paulista-- para chegar ao trabalho. Segundo ele, o percurso durava cerca de uma hora --o mesmo tempo que ele levaria para chegar de automóvel.
"As pessoas sempre me perguntavam se eu não chegava exausto. A resposta é que, depois de fazer um exercício físico pela manhã, eu chegava muito mais relaxado e cheio de energia para trabalhar. É uma arma contra o estresse, não há a tensão de ter ficado parado no trânsito e qualquer desânimo é dissipado na terceira pedalada", diz Presada, que abandonou depois de alguns anos a carreira de executivo.
Mudanças profissionais à parte, ele não deixa sua bicicleta por nada e pedala cerca de mil quilômetros por mês para dar aulas. Segundo ele, optar pela bicicleta como meio de transporte trouxe mais transformações à sua vida pessoal.
"Você sente mais o ambiente e aprecia mais as coisas pequenas da vida. Há muito mais contato humano na bicicleta, mesmo numa cidade dominada pelo carro. E as pessoas correspondem à essa humanização. A bicicleta abre portas, tem uma magia", diz Presada, que fundou em 1996 a Associação Bike Brasil, para incentivar o uso.
Com o paletó e a gravata na mochila, o professor pedalava 32 km --de Itapecerica da Serra até a avenida Paulista-- para chegar ao trabalho. Segundo ele, o percurso durava cerca de uma hora --o mesmo tempo que ele levaria para chegar de automóvel.
"As pessoas sempre me perguntavam se eu não chegava exausto. A resposta é que, depois de fazer um exercício físico pela manhã, eu chegava muito mais relaxado e cheio de energia para trabalhar. É uma arma contra o estresse, não há a tensão de ter ficado parado no trânsito e qualquer desânimo é dissipado na terceira pedalada", diz Presada, que abandonou depois de alguns anos a carreira de executivo.
Mudanças profissionais à parte, ele não deixa sua bicicleta por nada e pedala cerca de mil quilômetros por mês para dar aulas. Segundo ele, optar pela bicicleta como meio de transporte trouxe mais transformações à sua vida pessoal.
"Você sente mais o ambiente e aprecia mais as coisas pequenas da vida. Há muito mais contato humano na bicicleta, mesmo numa cidade dominada pelo carro. E as pessoas correspondem à essa humanização. A bicicleta abre portas, tem uma magia", diz Presada, que fundou em 1996 a Associação Bike Brasil, para incentivar o uso.
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